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  • Foto do escritorSemana do Pescado

Consumo de pescados pode ser estimulado em todas as épocas do ano Peixes, camarão, lula,... o Brasil é rico em frutos do mar. Veja como ampliar a oferta desta categoria para além da sazonalidade


O Brasil tem um litoral bastante extenso, com uma rica oferta de frutos do mar, mas nem todo mundo tem o costume de incluir peixes no cardápio do dia a dia. Com isso, é muito comum que parte da população restrinja o consumo a situações especiais como datas comemorativas ou períodos sazonais. Apesar do consumo crescer a cada ano, a média nacional ainda é baixa comparada com outros países. De acordo com a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), o consumo per capita de frutos do mar no Brasil é de cerca de 10 kg/ano, enquanto a média mundial é de 20 kg/ano.


A indústria e o varejo alimentar precisam se esforçar para aumentar estes índices e movimentar a categoria em épocas de menor consumo. Existem algumas formas de tornar isto possível, como por exemplo, variar o mix de espécies disponíveis na peixaria do supermercado. Ofertar também variações de preparos congelados e também em conserva ajudam a estimular o consumo, com sugestões de receitas menos comuns pelos brasileiros.


Ampliar o valor agregado desses produtos também é uma ferramenta importante. Dispor peixes já limpos e cortados, temperados e prontos para o consumo pode ampliar as vendas. No e-commerce, garanta que o produto chegará íntegro, com as características preservadas e em um estado de conservação que demonstre o cuidado com a delicadeza da proteína.


Dirce Alves, responsável pelo marketing e vendas da Brasil Camarão, é um exemplo de empresa que precisa lançar mão de ferramentas para manter o consumo sempre em alta. A marca, que está presente no Estado de São Paulo, tem três pilares de praticidade para garantir giro nas vendas. “Um ponto é a praticidade, já que nossos produtos vêm pronto para consumo. A saudabilidade, com opções de pratos sem lactose, sem glúten e de baixo teor de sódio, e porções individuais, porque, às vezes, em uma família há pessoas que preferem pescados e outras preferem camarão, além dos casos de restrição alimentar. São pilares que favorecem um consumo com maior regularidade”, defende a gestora.


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