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Embrapa Pesca e Aquicultura lança guia prático para a indústria de processamento de peixe

Livro é uma resposta à demanda crescente das indústrias de processamento de pescado por soluções que promovam a economia de água e a redução na geração de resíduos, visando à sustentabilidade.


Fotos: Jaqueline Galvão/OP Rural


Durante a cerimônia de abertura do Inovameat, um dos principais eventos voltados para a proteína animal no estado do Paraná, a Embrapa Pesca e Aquicultura anunciou o lançamento do livro “Processamento Sustentável de Peixe: Relatos de Casos em Indústrias”. O evento teve início na noite de segunda-feira (1º) e se estenderá até quarta-feira (03), no Centro de Eventos Ismael Sperafico, em Toledo (PR).



Engenheira de alimentos e chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Daniela de Bem Luiz, uma das autoras da obra: “Nosso objetivo é orientar na identificação de oportunidades e na aplicação de medidas práticas e estratégicas para o processamento sustentável de peixes”


A engenheira de alimentos e chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Daniela de Bem Luiz, uma das autoras da obra, fez a apresentação durante o evento. O livro é uma resposta à demanda crescente das indústrias de processamento de pescado por soluções que promovam a economia de água e a redução na geração de resíduos, visando à sustentabilidade. O objetivo principal é reduzir o consumo de água sem comprometer a qualidade do produto final. Além disso, a utilização dos resíduos gerados durante o processamento pode proporcionar uma fonte adicional de renda para as indústrias, tornando-as mais sustentáveis. 


“Nosso objetivo é orientar na identificação de oportunidades e na aplicação de medidas práticas e estratégicas para o processamento sustentável de peixes, além de incentivar alternativas de uso racional da água e do aproveitamento integral da matéria-prima”, enfatizou Daniela durante a apresentação.


Um dos pontos destacados pela profissional foi a escassez de água doce no mundo, onde apenas 2,5% do total de água disponível é adequado para o consumo humano e industrial.

No livro são abordados sete capítulos que tratam de temas como o processamento de peixes em geral, a influência do processamento e da manipulação no padrão microbiológico de filés, o uso da água de glaciamento na indústria de pescado, a caracterização dos efluentes gerados pela indústria de processamento de peixes, o gerenciamento hídrico e de resíduos, a minimização, segregação, tratamento e reuso de efluentes, além da análise econômica.


Segundo Daniela, o livro se baseia em dados das superintendências federais da Agricultura de quatro estados, abordando as espécies mais processadas em cada região. No Rio de Janeiro, foram avaliadas as espécies salmão e dourado; em Santa Catarina, sardinha verdadeira, savelha e boca-torta; em São Paulo, tilápia; e no Tocantins, tambaqui e caranha.



Fonte: O Presente Rural

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