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  • Foto do escritorSemana do Pescado

SC recorre ao TRF-4 para restabelecer pesca industrial da tainha e aumentar cota da artesanal

Pescadores estão proibidos de pescar industrialmente em 2023, enquanto a cota da pesca de malha anilhada reduziu em 44,57%


O Governo de Santa Catarina recorreu ao TRF-4 para restabelecer a pesca industrial da tainha e aumentar a o limite da pesca artesanal nesta quinta-feira (15). Pescadores estão proibidos de pescar industrialmente em 2023, enquanto a cota da pesca de malha anilhada reduziu em 44,57%.


Em 2022 mais de 144 mil tainhas foram capturadas em Florianópolis – Foto: PMF/Arquivo/Divulgação/ND


Segundo o secretário de Aquicultura e Pesca, Tiago Bolan Frigo, o Governo do Estado pede a volta da cota de 2022, que era de 600 toneladas de tainha pescadas industrialmente. O responsável pela pasta afirmou também que o Estado está “preocupado”, porque o limite da pesca artesanal está próximo de ser batido.


“O Governo do Estado, preocupado com essa situação dos pescadores, apelou hoje ao TRF-4 para que os pescadores industriais possam pescar e os pescadores de malha anilhada tenham a mesma cota do ano passado”, disse Frigo.


A decisão do Governo Federal foi baseada em dados coletados na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul. O levantamento do estado gaúcho mostrou que no ano passado a pesca foi de 4,5 mil toneladas, superando significativamente os anos anteriores.


Mudança na cota, se vier, fica para 2024, disse ministério

Em uma audiência pública feita na Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) em 25 de maio, os membros do Ministério da Pesca e Aquicultura foram questionados se o debate reverteria a decisão do Governo Federal para esta temporada.


Na ocasião, o representante do Ministério da Pesca e Aquicultura afirmou que uma mudança só poderia acontecer em 2024.

“A gente se comprometeu em avaliar para 2024. Todas as discussões desse ano mantém as cotas para o emalhe anilhado, estamos tomando nota de tudo que foi falado e vamos internalizar a nível de gabinete”, afirmou Rivelta Cruz, diretor da pesca industrial, amador e esportiva do ministério.



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